Brasil das Bravatas: quando o discurso político vale mais que a vida

cotidiano
  • O Brasil se transformou no país das bravatas políticas — um palco onde líderes aparecem com frases ensaiadas, prometendo soluções milagrosas, mas onde nada realmente muda.
    Enquanto isso, vidas são perdidas todos os dias nas ruas de São Paulo, Rio de Janeiro e tantas outras cidades. São jovens, estudantes e trabalhadores assassinados por causa de um celular, um par de tênis, ou por estarem no lugar errado, na hora errada.O caso mais recente em São Paulo revoltou o país: uma jovem foi morta brutalmente por um assaltante que já havia passado anos preso e estava novamente solto.
    O roteiro é conhecido e se repete sem fim — o criminoso é preso, cumpre parte da pena, é solto e volta a atacar. E quando o pior acontece, os políticos aparecem diante das câmeras para dizer que “o Brasil precisa mudar”, como se não fossem eles os responsáveis por isso.O Brasil que protege o criminoso e esquece a vítimaVivemos em um país onde as leis são frágeis e o crime compensa.
    Enquanto o cidadão de bem vive trancado atrás das grades da própria casa, o bandido é solto “por falta de vagas”, “por bom comportamento” ou “para cumprir em liberdade”.
    Tudo isso em nome de uma justiça que, na prática, parece proteger mais quem causa dor do que quem sofre com ela.Os mesmos políticos que prometem segurança, votam contra projetos de endurecimento penal, ou se calam quando é hora de decidir algo que realmente faça diferença.
    A bravata vale mais que a ação. O discurso é mais importante que o resultado.Um sistema falido que alimenta o crimePoliciais mal pagos, prisões superlotadas, leis desatualizadas e um judiciário sobrecarregado.
    Esse é o retrato da segurança pública brasileira.
    Enquanto o sistema se arrasta, as facções crescem, os criminosos se tornam mais ousados, e o cidadão comum vive com medo de sair para trabalhar ou voltar para casa à noite.As penitenciárias, em vez de recuperar, formam criminosos ainda mais perigosos, e o ciclo se repete.
    É um sistema que não corrige, não protege e não previne.Um país cansado de ouvir promessasO povo brasileiro está cansado de discursos.
    De ouvir que “a segurança é prioridade”, quando na prática o que se prioriza são emendas parlamentares, autopromoção e redes sociais.
    É o Brasil onde o político finge governar, o criminoso finge se regenerar e o povo finge acreditar que um dia tudo vai melhorar.Até quando o Brasil vai viver de bravatas?Enquanto o crime for mais forte que o Estado, e o bandido tiver mais direitos que o cidadão de bem, continuaremos chorando pelas mesmas tragédias.
    O Brasil precisa de ação, não de bravatas.
    Porque, no fim, quem paga o preço da hipocrisia política é sempre o povo — com medo, com lágrimas e com sangue nas ruas.
  • RaimundoDe:raimundo_limasp@yahoo.com.brPara:Raimundo Limaqua., 5 de nov. às 12:16O Brasil se transformou no país das bravatas políticas — um palco onde líderes aparecem com frases ensaiadas, prometendo soluções milagrosas, mas onde nada realmente muda.
    Enquanto isso, vidas são perdidas todos os dias nas ruas de São Paulo, Rio de Janeiro e tantas outras cidades. São jovens, estudantes e trabalhadores assassinados por causa de um celular, um par de tênis, ou por estarem no lugar errado, na hora errada.O caso mais recente em São Paulo revoltou o país: uma jovem foi morta brutalmente por um assaltante que já havia passado anos preso e estava novamente solto.
    O roteiro é conhecido e se repete sem fim — o criminoso é preso, cumpre parte da pena, é solto e volta a atacar. E quando o pior acontece, os políticos aparecem diante das câmeras para dizer que “o Brasil precisa mudar”, como se não fossem eles os responsáveis por isso.O Brasil que protege o criminoso e esquece a vítimaVivemos em um país onde as leis são frágeis e o crime compensa.
    Enquanto o cidadão de bem vive trancado atrás das grades da própria casa, o bandido é solto “por falta de vagas”, “por bom comportamento” ou “para cumprir em liberdade”.
    Tudo isso em nome de uma justiça que, na prática, parece proteger mais quem causa dor do que quem sofre com ela.Os mesmos políticos que prometem segurança, votam contra projetos de endurecimento penal, ou se calam quando é hora de decidir algo que realmente faça diferença.
    A bravata vale mais que a ação. O discurso é mais importante que o resultado.Um sistema falido que alimenta o crimePoliciais mal pagos, prisões superlotadas, leis desatualizadas e um judiciário sobrecarregado.
    Esse é o retrato da segurança pública brasileira.
    Enquanto o sistema se arrasta, as facções crescem, os criminosos se tornam mais ousados, e o cidadão comum vive com medo de sair para trabalhar ou voltar para casa à noite.As penitenciárias, em vez de recuperar, formam criminosos ainda mais perigosos, e o ciclo se repete.
    É um sistema que não corrige, não protege e não previne.Um país cansado de ouvir promessasO povo brasileiro está cansado de discursos.
    De ouvir que “a segurança é prioridade”, quando na prática o que se prioriza são emendas parlamentares, autopromoção e redes sociais.
    É o Brasil onde o político finge governar, o criminoso finge se regenerar e o povo finge acreditar que um dia tudo vai melhorar.Até quando o Brasil vai viver de bravatas?Enquanto o crime for mais forte que o Estado, e o bandido tiver mais direitos que o cidadão de bem, continuaremos chorando pelas mesmas tragédias.
    O Brasil precisa de ação, não de bravatas.
    Porque, no fim, quem paga o preço da hipocrisia política é sempre o povo — com medo, com lágrimas e com sangue nas ruas.